22 de out de 2015

O amor vem para os distraídos

O amor vem para os distraídos. Isso mesmo. Quando menos se espera, acontece. O problema é que eu sempre espero algo. Espero ser feliz a todo momento. Aceitar a infelicidade momentânea? Nunca. A frase, "Aceita que dói menos." nunca me representou. Tá errado e eu não concordo? Eu não aceito!
O amor vem para os distraídos, mas ele chega feito um vendaval, derrubando tudo que vê pela frente. O amor com descritos por muitos, não é essas sensação leve e tranqüila, o amor é arrebatador. Intenso. Nos deixa de pernas bambas e nos faz perder o ar só de pensar em estar perto da tal pessoa. O amor não é sentimento, são ações. Sem essa de dizer que ama e não fazer nada que demonstre isso. O nome desse sentimento fraco, leve e tranquilo é paixão. Não. Paixão não.  Uma coisa entre paixão e atração, mas nada mais do que isso. Apenas isso.
O amor é para sempre. Intenso demais para ficar dentro do peito. O amor é querer a felicidade do outro mesmo que essa não seja ao seu lado. O amor não é colocar o outro acima de nós mesmos, mas cuidar para que ele esteja sempre ao nosso mesmo que não esteja. Entende? Está ao meu lado, mas não está presente. Ah o que estou dizendo?! Eu nunca amei!
O amor vem para os distraídos e eu sempre espero algo. Eu nunca amei é algo difícil de aceitar, mas é verdade. Eu nunca amei. Eu nunca. Nunca.
Difícil assumir assim? Sim. Gostaria de dizer o contrário? Não sei.
O amor é algo grandioso demais para vim para pessoas despreparadas. Ele é intenso e só fica quem aguenta.
O amor é demais. Sensação única na vida. Ou não... Eu nunca amei, não me escutem!