26 de fev de 2016

Vamos falar de liberdade

Amo essa nova fase em que estamos passando, de ser o que quiser. De ser feliz. De ser liberto.
A liberdade é algo muito simples, e eu a defino como: amor-próprio. Por exemplo, quando eu digo que amo meu cabelo e tenho liberdade de fazer o que quiser com ele, acredito que seja amo-próprio. Ok, meu raciocínio está um pouco embaraçado. Vamos desatar esses nós e fazer uma linha reta pra organizar tudo isso.

Você ai que está lendo, você tem alguma coisa que você goste muito e não usa por receio? Seja ela uma roupa, assumir um estilo, e até mesmo falar sobre a sua sexualidade. E ai, você tem receio?

Se você tem, você está seguindo a minha linha e desatando nós para a compreensão.

Você ai que tem cabelos crespos e não os assume por medo. Por que e de que você tem medo? 
Você ai que tem cachos mas os alisa e as pessoas te julgam. Por que você se importa?
Você ai que é gay, ou lésbica e tem medo de dizer isso para sua família. Por que você tem medo?

Eu poderia continuar com inúmeras perguntas, mas quero ir direto ao assunto. Você tem liberdade de escolher, e se a sua liberdade acompanha um amor, vá em frente.
Você é liberto para fazer coisas que te deixe bem (e que não afetem ninguém, deixando claro), por amor a você mesmo.
Suas escolhas definem no seu caráter, definem quem você é. Ou não.

Cortar o cabelo pixie (estilo masculino, mais ou menos) não te faz lésbica.
Ser gay não te faz irresponsável ou preguiçoso.
Ter cabelos coloridos não tem impede de usar sua inteligência e trabalhar em uma empresa grande em um cargo alto.
Seus cachos não dizem que você não é profissional.
Se vestir diferente não diz que você é um inútil.

O mundo tem sete bilhões de pessoas, e todas elas são diferentes. Algumas atá parecem com outras fisicamente, mas em alguma coisa elas tem que ser diferente.
Todos temos mentes diferentes, aparências diferentes, gostos musicais diferentes e isso é muito bom. Todos crescemos de forma diferentes e fomos mudando a partir de experiências diferentes, porque no final de tudo isso, ainda temos que ser iguais?

Não siga paradigmas.
Não tem que ser igual, do mesmo modo de sempre.
Seja diferente, seja você.
Não se acomode, faça a diferença.

Só evolui quem sai da zona de conforto.
(Autor desconhecido)